Entrevista EL País

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Uma renda básica universal “é uma das propostas mais interessantes que poderiam reconfigurar a discussão sobre direitos e garantias” no Brasil.

A avaliação é da professora Tatiana Roque, que dá aula na pós-graduação de Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Com pesquisas em história da ciência e filosofia francesa contemporânea, ela acredita que a esquerda precisa integrar ainda mais no debate as pautas dos movimentos minoritários (ou identitários), os quais para ela “ganharam novo impulso a partir de junho de 2013”. Não apenas por uma questão de representatividade, mas também porque podem ajudar a elaborar uma nova agenda política e econômica, segundo argumenta. Em tempos de reforma da Previdência e trabalhista, Roque diz que a esquerda não tem, e deveria ter, “um projeto próprio de reformas” a ser apresentado para a sociedade. Presidenta do sindicato dos docentes da UFRJ e bastante atuante no debate sobre o feminismo dentro do mundo acadêmico, a especialista conversa com o EL PAÍS sobre quais devem ser as novas formas de se fazer política no campo no qual milita.

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